Pão? Não, obrigada.

by - março 29, 2016


Se eu pudesse enfiava-me dentro da parede...

Na sexta-feira passada fui com o Peanut a uma Hamburgueria que abriu há pouco tempo na nossa cidade. Diria que é um sítio fancy onde o senhor que está encarregue de atender as pessoas é super simpático e até divertido.
Entregou-nos o menu e assim que decidimos o que queríamos lá estava o senhor pronto a anotar o nosso pedido. Fez diversas perguntas: começou por querer saber qual o hambúrguer que queríamos, como é normal. Eu como sou um tanto ou quanto esquisita só contava um na lista que não tinha ingredientes que eu não gosto, mas claro, dizia que era recomendado para crianças. Até aí tudo bem, eu perguntei ao senhor se eu poderia pedir esse, visto que não sou propriamente juvenil e ele respondeu que sim, no entanto informou-me que era metade dos outros (para eu ter mais ou menos uma ideia, até deu um termo de comparação: como os do Mc'Donalds). Eu como não tenho um estômago que aguente muita comida, isso não era um problema e ele seguiu para a próxima pergunta; as batatas, se queríamos às rodelas e aos palitos. Eu e o Peanut escolhemos rodelas e palitos, respectivamente; e agora é que a porca torce o rabo. Ele pergunta: "E o pão?" e faz uma pausa. Eu, com a maior das calmas e simpatia digo: "Não, eu não quero.". BOOM! Cai uma bomba no meu cérebro! Como é que é possível eu não querer pão num hamburguer!? Morri de vergonha. Mas o raio do homem tinha de fazer aquela pausa tão grande depois de falar do pão? Se ele dissesse logo normal ou caco eu calava-me bem calada e evitava desgraças. Ainda bem que estávamos no canto dos cantos e mais ninguém ouviu.
Mas pronto, depois desta vergonha correu tudo bem e estava tudo bom, mas como é óbvio fiquei envergonhada o resto da noite. 

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